domingo, 29 de novembro de 2009

Mais shows no Rio de Janeiro !!

ENVIADO POR "BASTIDORES PRODUÇÕES"


Dia 02 de Dezembro às 19h no Teatro da UERJ!!!

Informações:

Os convites serão distribuídos nos dias 30/11 e 01/12 nos horários de 10 às 12h, 14 às 16h e 18 às 20h e no dia do show 02/12 de 10 às 12h, 14h às 16h , e novamente de 18h até o início do espetáculo marcado para 19h.
Cada pessoa poderá retirar até 04 ingressos.

A abertura do show será realizada pela banda "Os Outros"!!!

Não percam!!!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Atenção galera do RIO DE JANEIRO !!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

"ORGULHO DE SER CHICANO"



Uma das muitas razões que nos fazem ser cada vez mais fãs das Chicas é o carinho e atenção que elas sempre tem com todos

Querem um ótimo exemplo ?? Após o show no SESC Pompéia, perguntamos à Paula a autoria da música "Tá na Cara" e pedimos a letra.. ela prontamente nos atendeu, pedindo um papel e uma caneta... mobilizou todo mundo só pra atender o nosso pedido !!



Ah, e é claro.. como presente, a letra oficial de "Tá na Cara"


TÁ NA CARA
(Amora Pêra / Carlos Bernardo)

canto pra poder viver
oro em canção
canto pra libertar
qualquer prisão
tá na cara quero ver
a vibração
toma conta o tambor
seu corpo tá aberto todo sabor
de sol na pele
Desacaber de som

Vem ver na roda o que é saber
calçar de chão
'Ói seu ara orun aiye'
sem divisão
vem ver o velho brincar
filho ensinar
vejo aqui minha gente
esquecer da dor
Do suor gerar

olhar seus olhos sem razão
nem sei seu nome
entrar na roda dar a mão
fazer irmão com o coração de corres
vou com você
e não temo mais ter medo da vida
se eu caio me abraça
seu corpo canção

tá na cara quero ver
'Ara aberto no aiye'
Sem divisão
Ver vida livre vencer
Ver dor morrer
Se fazer irmão
De mão

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Atenção galera de SÃO PAULO !!!

domingo, 8 de novembro de 2009

Show Sesc Pompéia

Com a palavra... os fãs !!


"Ansiedade e...medo. Sim, medo. Sabe aquela sensação de quando você gosta muito de alguém, esse alguém fica um tempo longe e , chegada a hora do reencontro, você sente aquele medo de que as coisas não sejam mais como antes, medo de um buraco que, uma vez aberto, não poderá mais ser ocupado por ninguém. Pois é. Era mais ou menos isso que eu estava sentindo ao pisar no teatro do SESC Pompéia, dia 31/10.

Vinte e uma horas: Público acomodado em seus respectivos lugares. O locutor da casa dá os avisos de segurança, diz que é proibido filmar, fotografar e todas aquelas coisas que ninguém (ainda bem) cumpre. Acabados os recados, o locutor anuncia “ O SESC Pompéia tem o prazer de apresentar: Chicas”.

Ao avistar as meninas entrando no palco, as sensações de alívio da ansiedade e euforia misturaram-se, resultando numa terceira e inominável sensação.

Tentando ser um pouco mais objetiva...

Admito que minha péssima memória não me deixa lembrar a ordem das músicas no show, por isso, vou me contentar e fazer uns comentários aleatórios sobre algumas canções.

As meninas começaram com uma eficiente e animada versão de Can't Buy me Love / All You Need is Love, dos Beatles. Destaque para a performance da Isadora na bateria.

Do cd antigo as meninas tocaram Ter que Esperar ( sempre emocionante ) e Rap do Silva, que foi emendada por uma impagável composição da Fernanda: "O Cofre". Divertidísimo !!

Das músicas que elas tocavam no show antigo mas que não constavam no cd teve “Moleque” (alto astral), “Olha” (ritmo contagiante e uma letra que é pura poesia), “ Androginismo” (transforma qualquer lugar num carnaval de rua), Baião de Rua / Menina Amanha de Manhã (faz as pernas quererem dançar até o sapato furar) e as obrigatórias “Divino Maravilhoso” e “O Quereres”.

Das músicas novas: “Terapia de Murga” é uma delícia, com uma letra oscilando entre o trágico e o cômico e variações rítmicas bem interessantes. “Sorriso nos Lábios” possui uma letra crítica e irônica, diluída num ritmo gostosíssimo, é a música que trouxe as meninas de volta no bis. “Caras e Bocas” ganhou uma roupagem nova, bem legal. “Tá na Cara” é liiiinda, dá vontade de apertar a mão da pessoa que está do lado e entrar num clima “paz e amor” (talvez por isso seja a música que encerra o show). E “Nosso tempo”... Essa é um verdadeiro soco no estômago, ou melhor, no coração, é pra ouvir e chorar, sentir saudade. É lindamente doída.

Do Barulinho, elas trouxeram “ Espingarda de Rolha”, com uma espírito de criança arteira baixando na Amora. Ótimo.

Os solos são um caso à parte:

O solo da Paula continua “ Saudade da Boa / Espumas ao Vento”: passional e arrebatador.
O da Isadora, “ A Terceira Margem do Rio”, é lírico e teatral.
O da Amora, “ Achou”, é delicioso e envolvente.
E o da Fernanda... Como descrever? Me senti tragada pra um silêncio profundo que só era quebrado, unicamente, pela voz virtuosa da Fernanda. São impressionantes a concentração e a forma com que ela “entra” na canção. Primoroso.

Pra encerrar o show, teve a mais “Chicas” de todas as músicas da Chicas: Felicidade. Pra mim, ela representa o ápice do “jeito chicano de ser e sentir”.

Estendo meus comentários ao show de domingo. De diferente em relação ao de sábado, só lembro a inclusão de “Paciência” no bis.

Pontos Negativos?? Uhm...deixe-me ver... Ah, a localização do palco era péssima, ficava entre as duas platéias, o que obrigava as meninas a ficarem meio de frente, meio de lado, meio de costas para o público,rsrs, era um negócio bem esquisito. O teatro não estava cheio, fato que gerou uma certa decepção em mim, mas, ao mesmo tempo, me motivou a continuar o trabalho de divulgação entre meus amigos. Uhm...Embora eu adore “ Espumas aos Vento”, senti falta de um solo novo pra Paula.

Saí com a alma lavada. Tem coisas que só um show das Chicas faz comigo. Enfim, senti que o show novo está musicalmente mais maduro em relação ao anterior. Percebi que ainda há muuuuita coisa pra se descobrir nessas novas canção, tanto por nós, quanto pelas próprias meninas também. O show, que já está voando alto, tem potencial para chegar às estrelas.


Texto: Carol
Fotos: Arquivo pessoal de fãs

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Não Percam !!!

Atenção: LISTA AMIGA PARA O SHOW !!

Basta mandar e-mail para producaochicas@gmail.com com NOME COMPLETO e RG.
o valor do ingresso será R$ 25,00 e deverá ser retirado ma porta do teatro até 1 hora antes do show.

Aproveitem !!!!




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Show de Recife

Aí vai o relato de uma fã que assistiu ao show das Chicas no último dia 17 em Recife... se alguém tiver boas fotos pra ilustrar o post eu agradeço...



"Primeiro, tivemos o Teatro do Parque, com a ausência de Fernanda(que estava grávida) e as falhas técnicas já conhecidas de quem costuma assistir apresentações naquele palco. Depois, a coisa ficou mais complexa: no Teatro Guararapes, por motivos que nada tinham a ver com a banda, o show foi resumido à meia dúzia de músicas tocadas por outra meia dúzia de instrumentos.

Longe de terem sido experiências ruins - o talento e a competência de Fernanda, Amora, Paula e Isadora; o repertório do primeiro e a intensidade do segundo show; vários fatores garantiram a qualidade de ambas as apresentações. Mas haviam sido, não se pode negar, experiências incompletas.

Recife queria mais.

No último sábado, após um pequeno atraso, elas entraram no palco do Teatro da UFPE sob um clima geral de ansiedade e expectativa acumulados pelos shows anteriores. Meus olhos percorreram o palco como que para se certificar de cada detalhe. Procurei a quarta integrante e não a encontrei no lugar costumeiro. Quase conformada com o karma que perseguia as apresentações nesta cidade, as ouvi começar a tocar Can't buy me love.

A música dos Beatles fez o que toda abertura deveria, por obrigação, fazer: introduzir os espectadores numa outra dimensão, da qual somente é possível retornar alguns minutos após o término do bis. Então o jogo de luzes a revelou: Isadora estava ali, tocava bateria. E tocava com gosto. Tudo se encaixava direitinho. As vozes se uniam no refrão daquela forma quase mágica que só elas sabem fazer. Senti alívio: nada de karma dessa vez.

Emendaram com 'All we need is Love', o que foi muito justo. E então puxaram 'Rap do Silva', música que, tocada num teatro, chega a ser uma covardia. Por duas vezes quase levantei para dançar, mas tive medo de atrapalhar a visão de quem estava atrás e ser acertada por algum objeto não identificado.

Os que esperavam todas as músicas do repertório antigo, somente encontraram 'Espumas ao Vento' (interpretada por Paula de uma forma tão visceral que poderia-se acreditar que se tratava de uma composição própria, e muito bem apoiada pela segunda voz das outras integrantes), Divino Maravilhoso e Androginismo, além de o Quereres. Para alguns, foi o suficiente. Para outros, ainda não foi a hora de preencher a lacuna dos outros shows.

Um dos pontos mais tocantes aconteceu com Isadora ao piano, cantando A Terceira Margem do Rio, canção na qual ela declama trechos do conto homônimo de Guimarães Rosa. A história do patriarca que entra numa canoa e vaga pelo rio, sendo às vezes avistado pela família, e nunca mais retorna, concentrou a atenção do público de uma forma absurda. O solo de Amora foi na música Achou e o de Fernanda, na música Meu Menino. Impecáveis.

Caras e Bocas foi tocada numa roupagem irreconhecível, retornando ao arranjo da abertura da Novela somente no refrão. Funcionou. A Espingarda de Rolha foi, junto com a música O Cofre, um dos momentos mais divertidos. Claro que a letra da música contribuiu, mas Amora Pêra incorporou o papel e foi a frente do palco molhar o público com um revolvinho d'água. Aliás, a presença de palco dela estava bem diferente e infinitamente melhor do que nos outros shows. Muito bom!

As piadas de Paula são um parágrafo à parte. O "chama eu, televisão" foi deixado, claro, de lado, mas como sempre, fez questão de lembrar aos fãs de adicionar o .br no endereço do site, caso contrário, poderiam se deparar com as "chicas" erradas. Aliás, esse é um dos pouquíssimos problemas da banda: o nome é muito genérico. Uma busca desavisada pelas meninas no Google pode ter resultados, digamos, frustrantes.

A iluminação do palco estava bem planejada e executada. Já a decoração remetente ao álbum "Em tempos de crise nasceu a canção" que estava sendo lançado, ficou faltando, mas não chegou a atrapalhar o resultado final do espetáculo.

Músicas como Você e Geraldinos e Arquibaldos fizeram falta, porque traduzem bem a banda e ajudaram a construir a identidade e a imagem das Chicas. Tão de Longe e Oração também, assim como Me Deixa, mas não se dá para ter tudo e é natural que o repertório se renove. Quando for lançado um DVD duplo talvez todos saiam satisfeitos. Talvez...

Apesar de não ter sido pedida em uníssono, 'Ter que esperar' foi a música escolhida para encerrar o show. Difícil é ter que esperar até o próximo show..."

Texto: Cacá Macena(www.poemastardios.blogspot.com)